29.11.03
(resp a 19 de Outubro)
O terrorismo comunicativo insere-se numa acção concertada e não avisada contra populações inteiras e informadas.
O conhecimento do facto não é a explosão. Um conjunto de factos é que equivale ao verdadeiro facto - e isto é a bomba.
No raciocínio primário em que X fez A, e mais tarde B e depois aconteceu-lhe um dia C. X passa a comportar A, B e C. Se estes são entendidos e adjectivados como Y, logo X equivale a Y. Esta matemática medíocre é a política de comunicação espanhola contra Portugal.
Temos defesa?
O terrorismo comunicativo insere-se numa acção concertada e não avisada contra populações inteiras e informadas.
O conhecimento do facto não é a explosão. Um conjunto de factos é que equivale ao verdadeiro facto - e isto é a bomba.
No raciocínio primário em que X fez A, e mais tarde B e depois aconteceu-lhe um dia C. X passa a comportar A, B e C. Se estes são entendidos e adjectivados como Y, logo X equivale a Y. Esta matemática medíocre é a política de comunicação espanhola contra Portugal.
Temos defesa?
28.11.03
O não-governo
O governo resolveu apoiar na europa uma política contrária à sua, para ficar do lado dos poderosos. Com medo de não conseguir controlar o défice.
Apoiando o indefensável, faz acreditar que a sua política é impossível e incapaz.
Faz, ainda, passar a mensagem de um governo sem ideia, nem política, certo ou incerto quanto ao futuro. Dissimulado e conservador, o primeiro-ministro falseia-se. E quer fazer deste governo, um governo que não é político.
O governo resolveu apoiar na europa uma política contrária à sua, para ficar do lado dos poderosos. Com medo de não conseguir controlar o défice.
Apoiando o indefensável, faz acreditar que a sua política é impossível e incapaz.
Faz, ainda, passar a mensagem de um governo sem ideia, nem política, certo ou incerto quanto ao futuro. Dissimulado e conservador, o primeiro-ministro falseia-se. E quer fazer deste governo, um governo que não é político.